31 de mar de 2010

Começou... Dilma x Serra e o voto nulo!


Ao deixarem hoje (31/03/2010) a Casa Civil e o Governo, Serra e Dilma (lattes aqui), dão largada para a corrida presidencial, por fora temos a Marina Silva (mais aqui).

Apenas para constatar o 'marco regulatório'.

O voto nulo foi uma brincadeira ai no título.


João M. A. da Silva
Data: 31/03/2010
Hora: 21h35
Momento: Corrida espacial
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25 de mar de 2010

O ódio da humanidade contra a própria humanidade


"De onde você surgiu?... Pois bem, isto já não interessa mais e saiba que continuarei te odiando até o fim de sua vida"





João M. A. da Silva
Data: 25/03/2010
Hora: 22h10
Momento: A triste revolta contra o seu próprio umbigo
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22 de mar de 2010

"Pedofilia, Amém": Charge de Angeli para o Jornal Folha de São Paulo


Hoje (22/03/2010) ao ler o Jornal Folha de São Paulo (aqui), me deparei com uma charge do cartunista Angeli nos Editoriais (A2-Opinião). A charge surge em meio a novos casos de pedofilia da Igreja Católica, em especial na Irlanda. O Papa Bento XVI chegou a enviar uma carta aberta aos fiéis da Irlanda (leia aqui). O assunto é relevante, sério e merece debates e respostas dos envolvidos.

Mas a falta de respeito em relação a diferenças culturais, religiosas e críticas vazias, empobrece e estraga com tudo.

A charge sob o título: "Pedofilia, Amém", mostra uma alusão a figura do Papa Bento XVI se escondendo sob um saco de papel com dois furos na altura dos olhos e ao fundo "sacerdotes" com o mesmo saco de papel encobrindo a face. Em uma outra forte alusão ao grupo racista Ku Klux Klan (wiki).

O humor negro presente em alguns "textos jornalisticos" muitas vezes funciona como uma válvula de escape para ódios e visões reprimidas.

A consequência todos conhecem: guerras e conflitos.

Imagine maomé desenhado com um saco de papel na cabeça!

Achei infeliz tal arte.



Na mesma linha...

Interessou-se ou não pela visão acima, sugiro a leitura da coluna publicada na própria folha do dia 23/03/2010 pelo articulista João Pereira Coutinho, "Padres e Pedófilos", disponível no Blog Conteudo Livre! (leia aqui).



João M. A. da Silva
Data: 22/03/2010

Hora: 23h59
Adição: 25/03/2010 - 22h25
Momento: O chá melhora ou piora o desenho de uma pessoa?
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[Este 'Post' também foi publicado no Observatório da Imprensa, leia aqui]

3 de mar de 2010

Resenha: A metamorfose de Kafka

Título: A metamorfose seguido de O veredicto
Título original: Die Verwandlung e Das Urteil

Autor: Franz Kafka

Tradução: Marcelo Backes

Editora: L&PM Pocket

Edição: 1ª - vol. 242
Ano: 2008 (reimpressão)

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Franz Kafka (1883-1924) segundo Marcelo Backes "é um dos maiores escritores de todos os tempos". Esta obra é uma das mais estudas e comentadas do autor. Conheça mais sobre Kafka aqui e aqui também.

A obra permite várias analises do surreal ao autobiográfico, romântico ao cínico, um grito sobre a alienação do homem frente ao trabalho e a sociedade. Enfim, é uma mistura de sabores que intriga a narrativa.

Gregor Samsa é o nosso personagem central, um trabalhador já esgotado de suas viagens e frustrado em relação ao seu emprego. Porém, a necessidade financeira, faz com que este peso seja carregado.

Os acontecimentos, "após uma certa manhã", se passa em sua própria residência que é a mesma de seus pais e irmã e acaba virando seu refugio de um mundo que se queira distância ou no qual se é distanciado. Cercado por sua família, que após a sua metamorfose o trata de modo bem diferente.

Percebo no desenrolar, momentos de depressão séria, de uma breve esperança em melhora que se acaba com o passar do tempo.

Podemos facilmente nos sentir como Gregor, rejeitado, diferente, contrário ao modo de vida tradicional, isolado, sozinho e incomunicável.

O medo frente ao desconhecido e total falta de fé são sentimentos encontrados por sua família, que já o vê como um obstáculo para uma vida "normal" perante a sociedade.

Ao ler A Metamorfose de Kafka, percebi alguns traços de Gregor com Jean-Dominique Bauby em seu "escafandro" (resenha aqui).

E você, como se comporta frente ao desconhecido, ao contraditório?


João M. A. da Silva
Data: 08/03/2010
Hora: 22h28
Momento: Kafkandofranz metaveredictoforse (!?)
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2 de mar de 2010

Jogos Olímpicos de Inverno 2010: linhas finais


Os Jogos Olímpicos de Inverno - Vancouver 2010 (Canadá), foi realizado entre os dias 12 e 28 de fevereiro com transmissão, pela primeira vez em TV Aberta, da rede Record.

Talvez isso explique o fato de muitos veículos de comunicação como o Grupo Folha (de birra com a Universal) e Globo (que perdeu a exclusividade dos jogos olímpicos de verão de 2012) não comentarem quase nada sobre o evento.

Acredito que a TV Record tenha se esforçado e arriscado nas transmissões de jogos pouco conhecidos de nós, porém não menos interessante. Assim a emissora teve que fazer alguns reprises, por exemplo, da patinação artistica que é um esporte/atração que agrada mais ou é a mais difundida junto ao público.

Espero que o projeto de transmissão continue e que outros veículos e emissoras possam: parar com a dor de cotovelo quando não tiverem exclusividade ou deixem de ter medo e arrisquem mais em projetos alternativos saindo da rotina de programas medíocres.


João M. A. da Silva
Data: 02/03/2010
Hora: 20h52
Atualização: 00h10 (03/03/2010)
Momento: Chuva e frio
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[Este 'Post' também foi publicado no Observatório da Imprensa, leia aqui]

1 de mar de 2010

Cabrini, Jornalismo e TV Record

Roberto Cabrini deixou a Record e atualmente esta no SBT e tem sua estréia nesta quinta (04/03/2010) com o programa Conexão Repórter. Lendo uma entrevista sua cedida ao Jornal Extra (aqui), lí algo que me fez lembrar de uma postagem que fiz aqui no blog sobre reportagens "subliminares" da TV Record contra a Igreja Católica (releia aqui).

(...)
Extra: Por que você saiu da Record?

Cabrini: A proposta financeira foi irrecusável [algo em torno de R$ 350 mil]. Mas tive liberdade total na Record. No meu primeiro dia, disse que não faria matéria falando mal da Globo nem da Igreja Católica. Eles aceitaram e foi sempre assim.
(...)

Veja este ponto: Eles aceitaram... É conclusivo pensar que tal procedimento é praxe na Record, falar mal da Rede Globo e da Igreja Católica. Isso ao meu ver é um péssimo jornalismo e infelizmente bons jornalistas ficam manchados trabalhando em tal emissora.


João M. A. da Silva
Data: 01/03/2010
Hora: 21h58
Momento: Pescando lixo no rio poluído
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[Este 'Post' também foi publicado no Observatório da Imprensa, leia aqui]