21 de ago de 2007

Estadão vs Blogs


Nova campanha do "Estadão" faz críticas as novas mídias de informação como os Blogs e sites independentes de informação.


Veja abaixo a propaganda, com o título: "Blog do Bruno"




As respostas dos Blogueiros (veja links):




http://www.eupodiatamatando.com/2007/08/11/agora-e-guerra-midia-convencional-versus-midias-alternativas/
http://www.codigolaranja.com.br/?p=785
http://solano-blog.blogspot.com/2007/08/estado-vs-blogueiros-macacos.html
http://www.eupodiatamatando.com/2007/08/16/quanto-mais-mexe-mais-fede/
(Acessados em: 21/08/2007)


A resposta de João Livi da Agência Talent, responsável pela propaganda:

http://www.bluebus.com.br/show.php?p=1&id=78730 (Acessado em: 21/08/2007)


Matéria do Estadão falando dele mesmo!?

Campanha da Talent para o novo estadao.com.br provoca debate na web (Acessado em: 21/08/2007)





Quando se ataca "algo", é porque o "algo" incomoda, por que? Será que o Estadão tem razão?




Opinião

Algumas observações

1) A credibilidade dos Blogs: Existem vários tipos de blogs, e cada um para um público. Fica meio difícil analisar como um todo, se separarmos os blogs com características de notícias e opinião, que seria os possíveis concorrentes da agência Estadão, nesses blogs, um título de jornalista ou algo parecido ao autor do Blog nos traz credibilidade, pois na graduação um aluno aprende todos os conceitos básicos e éticos de divulgar notícia e dar opinião, acredito também que se aprende a imparcialidade e todos os fundamentos como citações, fontes e outros. E nos outros blogs? Acredito que exista um pouco de credibilidade, dependendo da seriedade do autor, mas muitos tem como objetivo o humor e acabam falhando, como a falta de citação de fontes (crédito) da informação e imparcialidade. Cabe então ao próprio leitor sentir se o blog é tendencioso ou não.

2) Generalização: O grande problema de todo conflito é a generalização, como dito acima, existem Blogs sérios com pessoas sérias e blogs que tem outro enfoque, os grandes conflitos mundiais seja religioso, político ou cultural, esta na generalização, falta de respeito e intolerância. O ideal em uma propaganda é apresentar os seus diferenciais e não atacar um concorrente.

Neste caso, quase que o Estadão acerta, quando apresenta seu diferencial que é a credibilidade (em termos de profissionais especializados, nem vou entrar no mérito de imparcialidade, principalmente política aqui, mas...), mas errou (na minha opinião 'feio') ao atacar seu suposto concorrente, que em alguns casos são seus próprios leitores, que acordam cedo leiem o Estadão, ficam entusiasmados com alguma notícia e corre para o computador para atualizar seus Blogs pessoais. A imagem de um macaco não ficou bem colocado, mesmo tendo a intenção de risos.

Acredito que as velhas mídias terão que se atualizar e de forma bem rápida.

Oh! Estadão! pede desculpa no portal (on-line) e no jornal impresso, ficará melhor assim.

Agora vou terminar de ler o caderno de Esportes da Folha de São Paulo


João M. A. da Silva
criticasconstrutivas.blogspot.com
Data: 21/08/2007

16 de ago de 2007

Microsoft Surface: Convergência

Veja um dos futuros da Convergência


Vídeo: Microsoft Surface


O ideal é ter mais concorrência, se não ficaremos na mão da Microsoft novamente.


João M. A. da Silva
criticasconstrutivas.blogspot.com
16/08/2007

Agradecimento: Rodrigo Bernades

14 de ago de 2007

Resenha: "A Revolução dos Bichos" - George Orwell


Livro: A Revolução dos Bichos
Autor: George Orwell
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2007

É difil falar sobre um clássico, muito já foi dito, e bem explicado, o próprio texto de orelha e o posfácio (nesta edição da Companhia das Letras de Christopher Hitchens) explica muito bem a relação da história com o momento vivido pelo mundo nas décadas de 1930-1940.

Nesta edição encontramos também dois prefácios do próprio Orwell, uma para edição britânica outra para uma edição ucrâniana.

Você encontrará também muitos trabalhos a respeito deste livro e sua relação com a União Soviética, Comunismo, Socialismo, Stalin e Trotski.

A história se passa em uma cidade da Inglaterra, meados não definidos, mas entendido na década de 1930 e 1940, muito provavelmente ou não, pois animais não falam, é um conto de fadas.

"Camaradas, já ouvistes, por certo, algo a respeito do estranho sonho que tive a noite passada..." (George Orwell, A Revolução dos Bixos, Editora Companhia das Letras, Ano 2007 - pág 11).

Mas direto impossível, "Camaradas", assim começa a fala, não de um homem mas de um "Porco", e não é um porco qualquer é o "Major".

Major "o Porco", continua seu discurso, ou melhor a "propaganda", sua ênfase é no modo de vida como os animais vivem na fazenda, uma vida de escravidão e a maneira como eram tratados pelo Sr. Jones (o fazendeiro).

"O Homem é a única criatura que consome sem produzir. Não dá leite, não põe ovos, é fraco demais para puxar o arado, não corre o que dê para pegar uma lebre. Mesmo assim, é o senhor de todos os animais." (pág. 12).

"Não está, pois, claro como água, camaradas, que todos os males da nossa existência têm origem na tirania dos humanos?." (pág. 13).

Major, o porco, o líder daqueles animais, estava espumando ódio ao Sr. Jones e a toda a classe humana. Uma ánalise nessas falas iniciais, podemos acreditar em uma certa razão.

Enfim, com esses discursos o Major consegue atrair com seus ideais os outros animais da fazenda.

Após sua morte, assume em seu lugar os porcos Bola-de-neve e Napoleão, que colocam em pratica os planos do Major de se rebeliar contra o Sr. Jones.

Os líderes Bola-de-neve e Napoleão, elaboração o que seria chamado de "Animalismo" e elaboraram 7 mandamentos:

1) Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo
2) O que andar sobre quatro pernas, ou tiver asas, é amigo
3) Nenhum animal usará roupa
4) Nenhum animal beberá álcool
5) Nenhum animal matará outro animal
6) Todos os animais são iguais

Ao longo da história acontece, vários eventos que em resumo, coloco aqui alguns pontos:

1) Dois lideres não dá certo, Bola-de-neve e Napoleão, um deles se torna líder e outro é expulso?
2) Os porcos são tratados diferentes dos demais animais, tem mais mordomia.
3) O novo líder, estabelece novas regras e cria excessões.
4) Começa haver execuções em série a animais que não obedecem as novas regras.
5) Os humanos já não são tão inimigos assim.
5) O novo líder começa a se comportar como os (odiados na época) humanos (bebêr e usar roupas).


Opinião


O texto é envolvente e bastante direito, uma reflexão com o que aconteceu com a URSS, no comando de Stalin, sem democracia, tolitarismo, assassinatos, falso socialismo e manipulação da informação.

Além de mostrar o que acontece quando o poder toma a mente e como a opinião é manipulada em prol de um grupo de individuos.

Exemplos é que não falta na atual sociedade. Sempre encontramos um "porco" por aí.


João M. A. da Silva
13/08/2007
criticasconstrutivas.blogspot.com

9 de ago de 2007

Pearl Jam é censurado por criticar George Bush


Foto por Kerensa Wight - pearljam.com

Fonte: G1 - Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL85269-7085-7514,00.html - Acessado em: 09/08/2007

Show da banda foi transmitido pela internet e não conteve versos de uma música. Companhia responsável afirma que houve equívoco em decisão.

A performance do Pearl Jam no festival Lollapalooza, no último domingo (5/8/2007) em Chicago, não apresentou para os internautas que assistiam ao show pela internet versos críticos ao presidente George W. Bush que a banda introduziu na faixa "Daughter".

O grupo de Seattle afirmou em seu site oficial (www.pearljam.com) que houve censura por parte da At&T, empresa responsável pela transmissão. Um porta-voz da companhia disse que houve um equívoco por parte de uma firma contratada para o serviço, sustentando que "não há uma política de censura" na AT&T.

A versão da faixa "Daughter" (ao som de "Another brick in the wall", do Pink Floyd, como música incidental) trazia os trechos "George Bush, leave this world alone" (George Bush, deixe este mundo em paz) e "George Bush, find yourself another home (George Bush, encontre para você outro lar).

Segundo o site do Pearl Jam, "quando nós perguntamos sobre a parte do show que faltava, a AT&T informou à organização do Lollapalooza que um monitor de conteúdo havia cortado o trecho por engano".

A companhia disse que havia uma diferença de alguns segundos entre o show e a transmissão na internet para que houvesse a possibilidade de editar possíveis palavrões.

Para o Pearl Jam, o incidente "nos incomoda como artistas, mas também como cidadãos preocupados com a questão da censura e do crescente controle da mídia".

"Houve apenas um controle excessivo. Não é nossa prática editar comentários com tons políticos", disse uma porta-voz da AT&T.


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Comunicado OFICIAL do site do Pearl Jam


Lollapalooza Webcast: Censurados pela AT&T?

"Após concluírmos nosso show de domingo à noite no Lollapalooza, fãs nos informaram que partes daquela performance estavam faltando e poderiam ter sido censuradas pela AT&T durante o Webcast Ao Vivo do Lollapalooza, “Blue Room”.

Quando questionados sobre a parte faltante, AT&T informou ao Lollapalooza que porções do show estavam de fato faltando no webcast, e que o monitor de conteúdo cometeu um erro ao cortá-las.

Durante a performance de “Daughter” os sguintes versos foram cantados ao som de “Another Brick In The Wall”, do Pink Floyd, mas foram cortados da transmissão:

- “George Bush, leave this world alone.” [George Bush, deixe este mundo em paz] (na segunda vez que foi cantado); e
- “George Bush find yourself another home.” [George Bush encontre outro lar pra você]

Isso, é claro, nos incomoda como artistas mas também como cidadãos preocupados com o uso da censura e com o aumento considerável da mídia.

O ato da AT&T ataca o coração das preocupações populares sobre o poder que as corporações têm quando determinam o que o público vê e ouve pelos meios de comunicação.

Aspectos de censura, consolidação, e tratamento preferencial da internet agora estão sendo debatidos sob a cobertura do “NetNeutrality” [Neutralidade da Rede]. Confira o The Future Of Music [O Futuro da Música - http://www.futureofmusic.org/rockthenet/index.cfm – em inglês] ou Save The Internet [Salve A Internet - http://www.savetheinternet.com/ - em inglês] para maiores informações sobre esse assunto.

A maioria das companhias de comunicação se opõe ao “net neutrality” e argumentam que o público pode confiá-los a não censurar.

Até mesmo o ex-chefe da AT&T - CEO [Chief Executive Officer; Executivo Chefe, o “Presidente” da empresa] Edward Whitacre, cuja companhia patrocinou nosso webcast censurado, afirmou em Março último que teme que sua empresa e outras grandes provedoras de rede poderiam bloquear o tráfego nas suas redes.

“Qualque provedor que bloqueia acesso a conteúdo está convidando seus clientes a encontrarem outro provedor.” (Marguerite Reardon, da equipe de escritores, CNET News.com. Publicado em 21 de março de 2006, 14h23 PST).

Mas e só tivermos um provedor pra escolher?

Se uma companhia que está controlando uma transmissão está cortanto partes da nossa apresentação – sem se basear em leis, mas nas suas próprias preferencias e interpretações – os fãs não têm outra escolha a não ser assistir à versão censurada.

O que nos aconteceu no ultimo fim de semana foi um alarme, e sobre algo muito maior do que a censura a uma banda de rock.

A versão completa de “Daughter” da apresentação no Lollapalooza vai ser disponibilizada aqui [no Ten Club – www.tenclub.net] em breve para qualquer um de vocês que a tenha perdido. Pedimos desculpas aos nossos fãs que estavam assistindo ao webcast e foram surpreendidos. No futuro iremos trabalhar ainda mais duro para assegurar que nossas transmissões ao vivo estejam livres de edições arbitrárias.

Se vocês têm exemplos da AT&T censurando performances de artistas sobre conteúdos políticos, é uma boia coisa para todos saberem. Sintam-se livres para postar exemplos no Message Pit oficial do Pearl Jam (http://forums.pearljam.com/)."

Fonte: pearljam.com/news/index.php?what=News#195



Opinião

Interessante o site http://www.savetheinternet.com/ , onde é abordado algumas ações para evitar que a Internet e toda sua informação não sofra desvios ou que seja direcionado para favorecimento de um lado (leia-se "grandes corporações").

É grave... manifestações críticas devem ser feitas, ainda mais vindos de uma música, com seu lado artístico. No caso, não existem leis para se cortar uma transmissão, ou melhor, segundos de uma canção, por criticar um presidente (nos EUA).

A Cultura dos Olhos Fechados, deve acabar!

O problema, são as grandes organizações, que quando controlam algo, se tornam bastante fortes e que por contrapartida, sofrem grandes influências, principalmente na política.

No Brasil, acontece muito casos de influência de informação, com as televisões e jornais (tucanos, por exemplo), e a censura na Internet estreou por aqui com o Caso Cicarelli, que chegou a bloqueou o site youtube.com inteiro por causa de uma ordem judicial.

Não existe nada mais precioso do que a informação, devemos protegê-la das interferências.



João M. A. da Silva
09/08/2007 - 15:53
criticasconstrutivas.blogspot.com


Música Inteira - Daughter (Pearl Jam)




Trecho da Música COM e SEM edição - Daugther (Pearl Jam)





3 de ago de 2007

Programa Opinião Nacional - TV Cultura: Aborto



Ontem, quinta-feira 02/08/2007 - foi ao ar por volta das 22:40 horas o programa Opinião Nacional da TV Cultura, apresentado pelo Jornalista Alexandre Machado que realizou um debate com o tema ABORTO.

Entre os presente estavam Mario Sergio Cortella (filósofo, educador e professor do departamento de Teologia e Ciências da Religião PUC/SP), Roberto Delmanto Júnior (advogado - USP), Tânia Lago (médica da secretaria da saúde de SP), Elizabeth Kipman Cerqueira (obstetrícia) e Márcia Tiburi (filósofa - FAAP) e Ives Gandra Martins (jurista e professor emérito do Mackenzie), o programa contou ainda com a participação por vídeo de José Gomes Temporão, Ministro da Saúde e Drauzio Varella, médico e apresentador de TV.



O programa foi excelente, de alto nível e com momentos calorosos, principalmente no intervalo, como observado pelo Alexandre Machado.


O assunto é extremamente polêmico, cada um tem sua opinião, eu tenho a minha e qual é a sua opinião?


Opinião

Sobre o tema e a respeito de algumas teses defendidas pelo lado da legalização do aborto, tenho algumas colocações:

1) "Todos aqueles que discutem sobre o ABORTO, tiveram a oportunidade de NASCER"

2) Homens machistas
[-] Argumento retirado por não ser comprovado com referências, o que estava escrito anteriormente pelo autor do Blog.

3) Direito de escolha
Um outro ponto defendido pelos pró ABORTO, é do direito a consciência da mulher de decidir se deve ou não matar o bebê ("isto" ou "coisa" como preferem algumas mulheres). Se partíssemos deste ponto, podemos então dizer que, devemos dar o direito a um traficante de vender ou não suas drogas, ou ainda dar o direito ao adolescente de decidir sobre atirar uma bala na sua cabeça ou no colega. Enfim ficou meio confuso, ficou algo entre liberdade e libertinagem. "Eu tenho a liberdade de dar vários socos e chutes, desde que não atinja o seu rosto".

4) Aonde começa a vida
Cada um puxa para o seu lado, quem é pró ABORTO, procura confundir. Quanto mais tarde começar a vida, para eles melhor, pois não poderão chamar de bebê ou vida. Mas muitos [Biólogos] defendem o começo da vida na concepção.

5) O Corpo da mulher
A mulher tem o direito sobre o seu próprio corpo. Sim, como acontece com os homens, muitas podem fazer tatuagem, passar cremes, cuidar do corpo, fazer plásticas, cortar, esticar, criar músculos, etc. Isso é verdade assim como os homens, as mulheres tem o direito de fazer o que quiser com o corpo.
Mas, no momento da gravidez a mulher não esta mais sozinha! e a história é outra.

6) Estatísticas e Números
Os dados e estimativas sobre abortos ilegais no Brasil, foram apresentados e contestados, pois não tem base científica. Realmente, quando se baseia em metodologias de outros países como a França e outros países mais desenvolvido, fica um pouco distante, pois sabemos das diferenças econômicas, que são enormes. Não podemos transpor para nossa realidade, por exemplo, um medicamente abortivo que custa 200 reais, que para um europeu é acessível mas para um brasileiro nem tanto.

7) Os pobres
Um argumento muito forte, é que os pobres e miseráveis, aqueles que a sociedade esquece, são os maiores prejudicados, pois acabam fazendo o aborto clandestino e em muitos casos, levando a mulher a morte.
Na verdade os pobres sofrem com tudo, muitos morrem por falta de saneamento básico, fome e alguns casos de desidratação (seca nordeste), e quando não morrem, ficam jogados nos hospitais, como números. Ainda sofrem com desemprego, humilhação, são chamados de bandidos e gente feia.
Quando aparece uma classe mais alta, querendo ajudar, desconfie, às vezes querem apenas limpar a cara deles mesmos.

8) Planejamento familiar
[-] Argumento retirado por não ser comprovado com referências, o que estava escrito anteriormente pelo autor do Blog.

9) Distribuição de anticoncepcional
Animais se relacionam para se procriar, [-] nos seres humanos isso não é diferente. [+] Com a distribuição incontrolável de anticoncepcional, entra a máxima, quanto mais se pratica maior a chance de se conceber um filho.

10) Casos de estupro, incesto e problemas de formação do feto
Estupro é crime, incesto [-] também. Estranhei que uma participante falou que uma jovem teve 3 gravidez por incesto, ora se foi forçado na primeira seu "pai" deveria ter sido preso.
Penso que deveria existir assistência psicológica e no final caso a mãe não queira cuidar de seu filho, alguma instituição de menores o fazia.
Na má formação do feto, como no caso dos anencéfalos, a vida é um grande mistério, às vezes nem tudo parece sair como queríamos, neste caso também a assistência psicológica e discernimento espiritual [-].

11) Leis
Sobre as leis é difícil falar [-]. Mas me parece que o bebê esta protegido por lei [nascituro], e um plebiscito é inconstitucional, teria que haver uma assembléia constituinte e essa aprovar.
Mas jeitinho é que não falta no Brasil.



Em suma, acho um assunto muito chato, pois envolve muito sofrimento.

Encerro repetindo a frase (que não é minha):

"Todos aqueles que discutem sobre o ABORTO, tiveram a oportunidade de NASCER"



João M. A. da Silva
criticasconstrutivas.blogspot.com
03/08/2007