25 de abr de 2007

Resenha: Gestão de Carreira – será apenas mais uma gestão?

João Messias Alves da Silva – Diogo Paula de Oliveira
Metodologia da Pesquisa Tecnológica
Faculdade de Tecnologia de Guaratinguetá

SILVA, Andréa C. R., “Gestão de Carreira – a moderna forma para se alcançar o sucesso”. Guaratinguetá: FATEC/monografias, 2002. 57 páginas. Atualmente o mundo se tornou uma grande competição entre organizações, e para se encaixar neste novo cenário o profissional precisa definir metas e acompanhar as mudanças das empresas.

Podemos analisar o período antes da Revolução Industrial, onde se aprendia um ofício e seguia-o até o final da vida. O período da Revolução Industrial, em si, onde o homem era considerado um apêndice da máquina. Em seguida o período da Revolução Industrial Neoclássica, onde as competições entre as organizações tornaram mais intensas, surgindo um novo profissional. E por último o período da Informação (Tecnologia), aonde encontramos mais investimentos, mais competições, cargos de acordo com a demanda tecnológica e equipes multifuncionais de trabalho. Nesta fase o termo Recursos Humanos é substituído por Gestão de Pessoas.

O profissional de hoje tem então que administrar a si mesmos e sua carreira como um negócio próprio.

Alguns tópicos gerais são necessários para o entendimento da Gestão de Carreira.

Carreira, podemos defini-la como a trajetória da vida profissional de um indivíduo (de acordo com seus valores pessoais), é o desenvolvimento profissional como um todo.

Gestão, uma palavra atual, que veio juntar as palavras administrar, planejar e organizar. Então temos Gestão de Carreiras, como um processo no qual os indivíduos desenvolvem, implementam e monitoram metas e estratégias de carreira.

O profissional que queira começar a fazer uma gestão de sua carreira, precisa ter em mente algumas características pessoais e de ambiente: Espírito crítico, auto-avaliação, reflexão da realidade, ferramentas para desenvolver objetivos à longo prazo, auto-conhecimento (auto-imagem, consciência das características individuais) e conhecer os ambientes de carreira (tipos de ocupação, características, da ocupação, tipos de empresa, habilidades, níveis de remuneração, situação no mercado de trabalho, carreiras promissoras e obsoletas, instituições de ensino e influência na família).

A autora apresenta ainda um estudo do modelo EPIA, de Martins (2001) que se baseia:

E – Escolha, influenciada pela sociedade, família e cutlura.

P – Planejamento, estratégias, metas e planos.

I – Implementação, concretização das estratégias de carreiras.

A – Avaliação, feedback dos resultados implementados.

Este modelo, é interessante, apesar de simples e generalista, pois normalmente qualquer individuo, um pouco mais desenvolvido racionaria nestas etapas.

É interessante, justamente por ser simples, muitas das soluções das nossas vidas, focando aí em gestão da carreira, são desenvolvidos em passos simples, concisos e práticos. Vejamos, escolhemos um caminho, planejamos, implementamos e avaliamos, estas etapas se estende para outras atividades de nosso dia a dia.

Em suma, a Gestão de Carreira esta no estudo das gestões, que hoje virou um conceito muito usual e por isso corre o risco de não ser levada tão a sério. Ela foi desenvolvida para uma única coisa, manter o individuo empregável, competitivo para o novo mercado. Hoje querem colaboradores pensantes, com isso faz com que a Gestão de carreiras seja levada a séria.

Mas, acredito que antes de tudo quem manda mesmo é o próprio homem, se ele não mudar seus pensamentos, ou ainda não acordar para o que vêm, e não se preparar, a organização mais importante de sua vida, que é a própria vida poderá pedir falência e pelo número de concorrentes que temos, levará um bom tempo para se levantar novamente.

Referências Bibliográficas

SILVA, Andréa C. R., “Gestão de Carreira – a moderna forma para se alcançar o sucesso”. Guaratinguetá: FATEC/monografias, 2002. 57 páginas.

MARTINS, H. T. Gestão de Carreiras na era do Conhecimento. 1ed. São Paulo: QUALITYMARK, 2001.

18 de abr de 2007

Massagre nos EUA e no BRASIL

Vamos tentar refletir sobre os dois casos!


Sobe para 25 número de mortos em dia sangrento

Morreram 22 supostos traficantes, um assaltante, um inocente e um policial.
Só a guerra de facções no morro da Mineira causou 13 mortos.

Fonte: Globo.com (18/04/2007)






Ataque a tiros mata ao menos 32 em universidade dos EUA

Um atirador matou ao menos 32 pessoas em dois diferentes locais do Instituto Politécnico da Virgínia (Virginia Tech), em Blacksburg (Virgínia), nesta segunda-feira, no pior ataque a tiros contra um campus universitário da história dos Estados Unidos.

Fonte: Folha Online (16/04/2007 - 15:40)

13 de abr de 2007

Especial Martin Luther King: "Eu tenho um sonho"


EU TENHO UM SONHO

Discurso histórico de Martin Luther King (28/08/1963)

"Eu estou contente em unir-me com vocês no dia que entrará para a história como a maior demonstração pela liberdade na história de nossa nação.

Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre.
Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação.
Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.

De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".

Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.

Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo.
Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia.
Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial.
Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.

Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.

Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.

E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"

Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.

Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.

Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.

Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.

Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!

Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.

Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.

"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.

Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,

De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"

E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.

E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.

Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.

Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.

Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.

Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.

Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.

Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.

Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.

Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.

E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:

"Livre afinal, livre afinal.

Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."

10 de abr de 2007

Especial Martin Luther King: "O Último discurso de Martin Luther King"

(1929-1968)

Freqüentemente imagino que todos nós pensamos no dia em que seremos vitimados por aquilo que é o denominador comum e derradeiro da vida, essa alguma coisa que chamamos de morte.

Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não num sentido angustiante.

Freqüentemente pergunto a mim mesmo que é que eu gostaria que fosse dito. Então deixo aqui com vocês a resposta.

Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar o meu dia, lembrem-se que eu não quero um longo funeral.

Se vocês conseguirem alguém para fazer a oração fúnebre, digam-lhe para não falar muito, para não mencionar que eu tenho trezentos prêmios (isso não é importante), para não dizer o lugar onde estudei.

Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que eu tentei dar minha vida ao serviço dos outros, eu tentei amar alguém, eu tentei visitar os que estavam na prisão, eu tentei vestir um mendigo, eu tentei amar e servir a humanidade.

Sim, se quiserem dizer algo, digam que EU FUI ARAUTO, arauto da justiça, arauto da paz, arauto do direito. Todas as outras coisas triviais não têm importância.

Não quero deixar atrás nenhum dinheiro, coisas finas e luxuosas.

Só quero deixar atrás uma vida de dedicação.

E isto é tudo o que eu tenho a dizer: SE EU PUDER ajudar alguém a seguir adiante, animar alguém com uma canção, mostrar a alguém o caminho certo, cumprir o meu dever de cristão, levar a salvação para alguém, divulgar a mensagem que o Senhor deixou, então MINHA VIDA NÃO TERÁ SIDO EM VÃO.



* Luther King era pastor americano e morreu baleado por lutar contra o racismo nos EUA.


Arauto
é qualquer pessoa que apregoa, isto é, trata-se de um mensageiro.

Irã e sua Bomba

Irã inicia produção do urânio em escala industrial

O Irã começou a produzir em massa centrífugas para o enriquecimento de urânio, anunciou nesta segunda-feira o presidente da Organização Iraniana de Energia Atômica, Gholam-Reza Aghazadeh, a partir da usina de enriquecimento de Natanz (centro), que também foi palco de um pronunciamento do chefe da Nação.

O presidente Mahmud Ahmadinejad afirmou que o Irã não permitirá às grandes potências frear o programa atômico do país e que a República Islâmica defenderá seu direito de desenvolver um plano nuclear "até o fim".

(Fonte: UOL últimas notícias) - Data: 09/04/2007



Essa notícia traz uma grande preocupação para o resto do mundo, principalmente para os Estados Unidos, visto como um país imperialista por quase todo o mundo.

A razão do medo, se deve ao fato do Irã desviar o foco de produção de energia civil para militar, ou seja a produção de bombas atômicas.

Mas a postura do Irã continua sendo que o país tem a liberdade de fazer o que quiser e que não vai desrespeitar o tratado de Não-Proliferação nuclear, como diz o porta-voz do ministério das Relações Exteriores.

Olhando por este lado, o Irã é um país livre e dentro do seu território, respeitando leis internacionais, tem o direito de fato de fazer aquilo que achar necessário para seu desenvolvimento.

Na verdade um dos grandes pontos é que o EUA possui a tecnologia e armas nucleares e não deixa que seus "inimigos" e o resto do mundo, tenham esta tecnologia, é claro que a confiança externa de que os EUA não irá soltar suas bombas atômicas no quintal de ninguém é maior que a do Irã, mas como se diz, todo mundo é inocente desde que se prove o contrário. A menos que você veja demônios em todo mundo!

Veremos as próximas páginas deste capítulo...

9 de abr de 2007

O Silêncio dos Bons


Martin Luther King, disse uma célebre frase:

“O que mais me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética; o que mais me preocupa é o silêncio dos bons.

Se você esta vendo algo errado, fale, lute e denuncie.

Não deixe que pequenas pessoas transformem em ruínas sonhos de muitos...

Reflita e aja!

3 de abr de 2007

Lula e o Avião

Notícia: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mudou o tom e partiu para duras críticas contra os controladores de voô. Nesta segunda-feira, 2 de abril. Lula classificou a greve da categoria, iniciada na última sexta-feira, 30, como "grave" e "irresponsabilidade de pessoas que têm funções que são consideradas essenciais e funções delicadas, porque estão lidando com milhares de passageiros". (Fonte: Estadão)

Analisando a batalha: Lula (Governo) e Controladores (Militares). Com algumas frases do programa Café com o presidente, na rádio.

"Grave" e "Irresponsabilidade"

Considerando a situação, entendemos que realmente a greve é uma grande irresponsabilidade, pois fere um dos serviços básicos da sociedade. Mas isso já aconteceu várias vezes como outros serviços básicos como a Polícia Federal e até médicos. Aliás os próprios políticos que praticam serviços básicos para a sociedade estão em greve faz muitos anos.

"Vou conversar com o ministro da Defesa, com quem for necessário conversar para que a gente encontre uma solução definitiva"

Esta é meio engraçada, o próprio presidente não sabe com quem falar, isso soa como aquele episódio do dossiê, não sei o que "aquele" senhor fazia na sala ao lado da minha.

"Afinal de contas, sabe, homens e mulheres brasileiros precisam ter a tranqulidade de viajar e a gente não pode ficar assitindo na televisão todo dia milhares de pessoas sofrendo, pessoas chorando porque uma categoria se dá o direito de poder fazer isso"

Este pensamento do senhor presidente é muito interessante e bastante romântico, só faltou ele falar que ajudaria as pessoas, levando-as no seu AeroLula, faltou ele falar também que estava assistindo a reportagem da TV do seu avião a caminho dos EUA. Nesta fala cabe uma criticazinha a TV, como a imprensa esta tratando este episódio? Esta oferecendo soluções? ou apenas esta com uma camera da mão e entrevistando empresários que estão perdendo negógicos para ficarem mais ricos, ou famílias que estão vendo o passeio ao parque da Disney ficar mais curto. Acho que uma webcam transmitiria melhor a situação.

"É importante lembrar que, quando eu era dirigente sindical, algumas empresas que entravam em greve, o setor considerado essencial na empresa a gente acordava com o dono da empresa que aquele setor não iria para, por uma questão de responsabilidade"

Tenho uma sugestão em vez de canonizar o Frei Galvão vamos canonizar o Lula, que tal, São Lula, o inocente lider sindical. Uma outra lembrança os controladores militares que ganham mal e muito mal, comparados aos controladores cívis, estão avisando o Governo a mais de 6 meses.

"o diálogo sempre é a solução para todos os temas e para todas as crises existentes no mundo"

São Lula, definitivamente é São Lula, já vou diagramar e mandar fazer os santinhos.

"E acho que nós vamos chegar a um denominador comum que possa garantir o bom funcionamento dos aeroportos brasileiros e que possa garantir sobretudo tranquilidade às pessoas que saem de casa para viajar"

É... ainda bem que eu acredito em milagres Lula!

João M. A. da Silva
criticasconstrutivas.blogspot.com

Hi, Mr. Crazy - where you this?

Where this the world now. where the world was before you are welcome...

Now I am here or there...

But where he was same?...


(Autor: João M. A. da Silva)

* translated for google